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quarta-feira, 11 de junho de 2014

Street Fighter: Assassin's fist


Existe uma websérie da franquia Street fighter chamada Assassin's fist, disponibilizada no Youtube, e eu acabei de ver sua primeira temporada (a atual). Ela tem 12 episódios de mais ou menos 13 minutos cada, e é, simplesmente, a melhor adaptação dos jogos para os meios visuais (pode-se dizer televisivos para o Youtube?) de todos os tempos, simples assim.


Ken, Goken e Ryu

Ela conta o início das histórias dos protagonistas — Ryu e Ken —, de seu mestre Goken e seu rival Goki — e sua transformação em Akuma... E faz isso muito bem, desde a qualidade de imagem — na disponibilização em 1080p e na qualidade da filmagem, nos modernos e belos desfoques... —, passando pela qualidade das atuações — antes que digam, não tenho nada contra o ator que faz o Ken, acho até que ele se saiu muito bem —, das caracterizações realistas — sem as deixarem carnavalescas — e pelo respeito à história canônica — autorizada, inclusive, pela Capcom.

Tem muitas coisas que eu gostaria de comentar, mas não queria dar spoilers, então tudo o que eu posso dizer é: assistam. Assistam. E assistam de novo depois. Mesmo para quem não conhece a série, ou mesmo não curte os jogos, é uma história interessante — com a devida suspensão da descrença - que se sustenta por si só.

E tem mais um motivo para eu ter gostado tanto: o Karate. Para quem pratica a arte — como eu —, vale ainda mais a pena. É muito legal mesmo ver a fidelidade e o respeito que eles deram à luta e aos golpes. Vou ficar esperando ansiosamente pela 2.ª temporada, com — certamente — novos lutadores, novos estilos e uma nova enxurrada de referências!

Em resumo: Vale muito a pena. Assistam. Eu já tinha dito isso? =P


Goki / Akuma

segunda-feira, 9 de junho de 2014

sexta-feira, 6 de junho de 2014

Jogos que podiam virar livros


Inspirado pelo episódio #34 do LiterárioCast, fiquei imaginando quais livros eu queria que saíssem em livros, no formato romance mesmo... Acho que os principais seriam esses:

  • Final Fantasy IV e VI. Acho que esses são os que têm histórias mais interessantes, que funcionariam bem na literatura — enquanto no primeiro, o IV, o drama entre Cecil e Kain seria perfeito para ser melhor desenvolvido, melhor mostrado, no segundo, o VI, fico pensando que maravilhoso seria "ver por dentro da mente" de um dos maiores vilões de todos os tempos dos games, Kefka — isso sem falar no drama da protagonista Terra e o clima steampunk da obra... Os outros Final Fantasy — mesmo o VII — acho que não funcionariam tão bem quanto funcionaram nos games...

Final Fantasy IV
Final Fantasy VI
  • The Legend of Zelda: Ocarina of time. Ainda que não seja uma história propriamente primorosa, com muitas viradas dramáticas, acho que seria legal uma aventura em primeira pessoa, narrada pelo Link, claro, de uma forma light, assim como as aventuras de Percy Jackson. Fala sério, seria ótimo, não? Sua mudança de idade súbita; como isso afetou sua percepção do mundo? E o Dark Link, o Sheik... 


  • Silent Hill: Shattered memories. Que os fãs da série reclamem como quiserem, mas esse é o meu jogo preferido da franquia. Ainda que todos tenham histórias interessantes, acho que o foco que os outros têm na ação, na luta contra os monstros, não seria bem transportada para as páginas de um romance. Nesse, o protagonista — uma versão do Harry Mason do 1.º Silent Hill — é um homem comum, assim como antes, mas dessa vez sem arma nenhuma. É uma história mais realista, onde o medo tem muito mais peso, e o final é simplesmente chocante para quem não conhecia o 1.º game como eu — e que, convenhamos, é um dos focos dos livros baseados em games, tanto quanto os que já são fãs.


  • Metal Gear: Solid. Como o criador dessa franquia, o Hideo Kojima, escreveu histórias fantásticas para todos os games, imagino que uma trilogia contando toda a história de Solid Snake seria muito bem vinda.


  • Power Blade. Quem conhece esse jogo, antiiiiigo, lançado para o Nintendinho? É um jogo muito bom de ficção científica — que jogo até hoje, por sinal — e que conta a história de Nova, o chefe de segurança do Master Computer, o sistema que controla o mundo todo, e que está sendo destruído por um ataque alienígena! Ah, e ele usa bumerangues para lutar. Ia ser uma aventura daora, falaí =)

Olha que desenho legal fizeram do jogo! =D
  • Perfect Dark. Uma história de espionagem futurística muito legal. A protagonista Joanna Dark, na minha opinião, tem personalidade suficiente para segurar o romance, e a história foi muito bem construída pela Rare.


  • Shadow Man. Ainda que não seja um jogaaaaço, acho que funcionaria muito bem como um livro de terror, onde o protagonista Mike LeRoi se torna um guerreiro vodu no Mundo dos Mortos.


  • Chrono Trigger. Esse nem precisa falar muito, né? Um dos melhores RPGs já criados, com uma história incrível e personagens cativantes... E seria muito bom ver aquela bagunça temporal retratada nas páginas =)


  • Mortal Kombat. Apesar de ser um jogo de luta, tem uma história muito rica, com muitas reviravoltas e personagens muito bem construídos. Se as aventuras de MK não se deram bem no cinema, poderiam se virar muito bem nos livros, fosse quem fosse o protagonista — os ninjas Sub-Zero e Scorpion, Jax, Liu Kang, Raiden ou qualquer um dos outros. Ou uma série de livros, tipo a de Warcraft, mostrando os diferentes lados da história.

Como se pode perceber, personagem é o que não falta em MK.

Como principalmente os jogos mais novos — Bioshock, Warcraft, Halo, Mass Effect, Assassin's Creed — estão recebendo romances, eu, particularmente, gostaria muito de rever esses jogos mais antiguinhos virando livros... Ainda que eu entenda que uma boa parte do foco é fazer as pessoas que leem esses romances jogarem (leia-se: comprarem) esses games, poderia ser considerável dar uma sobrevida a essas histórias...

E vocês, leitores, concordam com esses jogos virarem livros? Têm algum a acrescentar, que acham que renderiam boas histórias?

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Rock pelo Mundo #5


Continuando nossa jornada do Rock pelo Mundo (num novo formato agora, mais amigável (o post anterior já foi atualizado para ele)), venho trazer o país que fiquei devendo, e mais dois interessantes - Vietnam, Arábia Saudita e Ilhas Faeroe.



12. VIETNAM: AtOmega - Đất mẹ (Mother land)





13. ARÁBIA SAUDITA: The AccoLade - Pinocchio




14. ILHAS FAEROE: Týr - By the light of the Northern Star









A banda The AccoLade, da Arábia Saudita, tem uma peculiaridade muitíssimo interessante: é uma banda formada apenas por garotas, que gravaram apenas 3 músicas até então, escondidas, porque a cultura delas não permite tal atividade - imaginem, tocar heavy metal! - para as mulheres...


Um trecho marcante de Alexey Dodsworth


Estou adorando o romance de ficção científica Dezoito de Escorpião, do Alexey Dodsworth, e separei um trecho bastante legal para compartilhar...


“Não escapava ao médico a peculiaridade das alucinoses auditivas do rapaz e a estranheza de seu caso. O paciente relatava uma suposta capacidade de ouvir o que era transmitido por estações de rádio e TV. Arantes não pôde deixar de se fascinar, ao considerar que talvez fosse uma atualização pós-moderna do fenômeno da alucinação auditiva. Se antes as pessoas diziam ouvir demônios, fantasmas, deuses ou comandos de extraterrestres, não era estranho que as versões contemporâneas das alucinações versassem sobre coisas atuais. A loucura sempre fora parcialmente fundamentada no mundo real e, por isso mesmo, podia ser contagiosa. Não à toa, muitos malucos conseguiram arrebanhar centenas de pessoas ao longo da história da humanidade, convencendo tantos com seus delírios.
(...)
Arthur, contudo, piorara a olhos vistos. Após quarenta dias, o ansiolítico não fazia mais efeito, mesmo em doses aumentadas. Pior: se inicialmente era cético, o paciente passara a dar mostras de que acreditava na possibilidade de estar recebendo transmissões eletrônicas. Iniciara a dar indícios de paranoia, ao afirmar saber o que alguns amigos pensavam dele, em decorrência de - segundo ele mesmo - conseguir visualizar, por alguns segundos, mensagens de texto de telefones celulares. O quadro, então, evoluiu para alucinações visuais, pensou o médico com tristeza.”

terça-feira, 3 de junho de 2014

Top 20 - Bandas de Metal


Quem não gosta de listas, tops e afins, não é? É uma boa maneira de dizer mais sobre nós mesmos, e a estrutura de tópicos nasceu para a internet. Assim sendo, esse será meu primeiro Top, sobre as bandas que eu mais gosto no gênero metal. Tentei escolher as 10 melhores, mas não consegui - hehe.

Obs.: Os vídeos não necessariamente são dos álbuns citados como os melhores das referidas bandas, ok?


1 - Angra. Não poderia colocar outra banda em primeiro lugar, senão o Angra. A mistura que eles fazem com elementos musicais brasileiros, as melodias das músicas mais power metal, as baladas sentimentais, tudo isso conta na pesagem final dessa excelente banda, com excelentes músicos, criativos e virtuosos, e cada um que já passou por ela mereceu e deixou suas marcas indeléveis. Seu melhor disco, na minha opinião (pararei de dizer isso, já que é óbvio que tudo o que direi aqui se trata da minha opinião - se duvida, leia novamente o nome do blog), é o Holy land, de 1996.






2. Dream Theater. O suprassumo do metal progressivo está aqui. Sem se esquecerem das melodias - e das baladas, coisa que eu gosto muito. Músicas longas, cheias de mudanças de melodias, passagens instrumentais, um vocal que consegue transmitir a emoção que precisa... Seu melhor disco é o Metropolis pt. 2: Scenes from a memory, de 1999.







segunda-feira, 2 de junho de 2014

Jogador n.º 1, de Ernest Cline


Putaqueopariu que livro legal! Pronto, resumi tudo o que senti sobre o Jogador n.º 1, do Ernest Cline. Hehe.

Brainstorm, mode on (não há outro meio de descrever meus sentimentos): Um livro que se lê com um sorriso no rosto, o tempo todo. Um futuro oitentista, ou uma década de oitenta futurista. Um livro que nos imerge num videogame sem perder, em momento algum, o contato com a realidade e todos os seus problemas - ampliados ao extremo - num futuro relativamente próximo. Uma aventura que clama para ser levada decentemente às telonas. Personagens críveis, reais, inteligentes e identificáveis. Enredo inteligente. Difícil acreditar que é o primeiro livro do autor. Já falei que é muito legal? Adorei a Helen. Pelamordedeus, alguém invente logo o OASIS (o mundo virtual onde o romance se ambienta, quando não está no mundo real)! Ou não, não inventem, melhor não. Ou sim, sei lá. Acho que já disse que o autor escreve muito bem, mas digo de novo: ele escreve muito bem. Não consegui achar falha na trama - ou realmente não tem, ou eu fiquei tão entretido que isso não fez a menor diferença. Espere, ao ler, os clichês do gênero, porque quando eles vêm são  muito bem vindos. Sessão da Tarde total, em seus bons anos. O que pode ser melhor do que um futuro baseado em games, extremamente tecnológico, onde os jogos clássicos são jogados massivamente? Anos 80 na veia, 24-7-365. Foda. Demais. Brainstorm, mode off.

Sério, leiam esse livro. Nem parece ter o tamanho que ele tem, a leitura é muito fluida, numa "sentada" você lê muitas e muitas páginas de uma só vez. E, ao final, vale cada linha lida.




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